Vencer a Resistência e deixar de ser um Empecilho a Si Mesmo...
As três pessoas mais doidas que eu possa pensar: Charles Lindbergh, Steve Jobs, Winston Churchill.
Por quê?
Porque qualquer pessoa inteligente que saiba quão incrivelmente difíceis foram as tarefas que se dispuseram teriam desligado a ficha antes mesmo de terem começado.
Como podemos atingir esse estado de espírito?
Ao ficar estúpido. Por não nos permitirmos pensar.
Uma criança não tem dificuldade em acreditar no inacreditável, nem o génio ou um louco. É só você e eu, com os nossos grandes cérebros e nossos corações minúsculos que permanecemos na duvida, que pensamos e repensamos.
Aja!
Nós podemos sempre ver e rever depois de agir. Mas não podemos fazer nada se não agirmos.
Ser teimoso!
Uma vez que nós nos comprometemos em agir, a pior coisa que podemos fazer é parar.
O que vai nos impedir de parar? Teimosia velha. Eu gosto da ideia da teimosia, porque é menos nobre do que "tenacidade" ou "perseverança." Nós não temos que ser heróis. Nós podemos ser apenas dores na bunda. Quando nós somos teimosos, não há como parar. Somos endiabrados. Somos teimosos. Somos malandros.
Somos até o Fim.
Nós afundamos os dentes do nosso cão em Resistência, e não a deixamos esmurecer, não importa quão duro seja a tarefa.
Esperança Cega!
Existe um elemento espiritual para a criatividade? Claro que sim. O nosso mais poderoso aliado (nosso aliado indispensável) é a crença em algo que não podemos ver, ouvir, saborear, ou sentir.
Resistência quer choque com a fé. Resistência. Há um exercício que Patricia Ryan Madson descreve em seu livro maravilhoso, Melhore a Sabedoria. (Madson ensinou teatro improvisado na Universidade de Stanford por 20 anos.)
Aqui está o exercício: Imagine uma caixa com uma tampa. Mantenha a caixa na mão. Agora abra-a. O que tem dentro?
Pode ser um sapo, um lenço de seda, uma moeda de ouro da Pérsia. Mas aqui vai a dica: não importa quantas vezes você abra a caixa, sempre há algo nela.
Pergunte-me a minha religião. É isso aí. Creio que com a fé inabalável de que sempre haverá algo na caixa.
Paixão!
Picasso pintou com paixão, Mozart compôs com ela. Uma criança brinca com ela o dia todo. Você pode pensar que você perdeu a sua paixão, ou que você não pode identificá-la, ou que você tem tanto dela, ela ameaça esmagar você. Isso não é verdadeiro. O medo abafa a paixão. Quando conquistamos nossos medos, descobrimos um sem limites, sem fundo, bem inesgotável de paixão.
Ao ficar estúpido. Por não nos permitirmos pensar.
Uma criança não tem dificuldade em acreditar no inacreditável, nem o génio ou um louco. É só você e eu, com os nossos grandes cérebros e nossos corações minúsculos que permanecemos na duvida, que pensamos e repensamos.
Aja!
Nós podemos sempre ver e rever depois de agir. Mas não podemos fazer nada se não agirmos.
Ser teimoso!
Uma vez que nós nos comprometemos em agir, a pior coisa que podemos fazer é parar.
O que vai nos impedir de parar? Teimosia velha. Eu gosto da ideia da teimosia, porque é menos nobre do que "tenacidade" ou "perseverança." Nós não temos que ser heróis. Nós podemos ser apenas dores na bunda. Quando nós somos teimosos, não há como parar. Somos endiabrados. Somos teimosos. Somos malandros.
Somos até o Fim.
Nós afundamos os dentes do nosso cão em Resistência, e não a deixamos esmurecer, não importa quão duro seja a tarefa.
Esperança Cega!
Existe um elemento espiritual para a criatividade? Claro que sim. O nosso mais poderoso aliado (nosso aliado indispensável) é a crença em algo que não podemos ver, ouvir, saborear, ou sentir.
Resistência quer choque com a fé. Resistência. Há um exercício que Patricia Ryan Madson descreve em seu livro maravilhoso, Melhore a Sabedoria. (Madson ensinou teatro improvisado na Universidade de Stanford por 20 anos.)
Aqui está o exercício: Imagine uma caixa com uma tampa. Mantenha a caixa na mão. Agora abra-a. O que tem dentro?
Pode ser um sapo, um lenço de seda, uma moeda de ouro da Pérsia. Mas aqui vai a dica: não importa quantas vezes você abra a caixa, sempre há algo nela.
Pergunte-me a minha religião. É isso aí. Creio que com a fé inabalável de que sempre haverá algo na caixa.
Paixão!
Picasso pintou com paixão, Mozart compôs com ela. Uma criança brinca com ela o dia todo. Você pode pensar que você perdeu a sua paixão, ou que você não pode identificá-la, ou que você tem tanto dela, ela ameaça esmagar você. Isso não é verdadeiro. O medo abafa a paixão. Quando conquistamos nossos medos, descobrimos um sem limites, sem fundo, bem inesgotável de paixão.
-Este é um excerto do trabalho, o novo título de Steven Pressfield, autor do título do clássico A Guerra da Arte. É publicada pelo Projecto Domino, de Seth Godin na editora Amazônia.
Tradução por Carlos Costa
